Notice: Undefined index: secbd_text_secword in /home/universo/public_html/wp-content/plugins/wordpress-importir/wordpress-importir.php on line 418
online sportwetten

Síndrome do pânico: o que é e como cuidar-se

A sindrome do pânico é um tipo de transtorno de ansiedade que pode causar muito sofrimento e precisa de cuidados médicos e psicológicos.

 (imagens)

<https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRR85BZMtJhFJgjUQq_bvaZqkEcNJzU6JmKPFX2eFm9ZAr9f6o6>

<https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSapfrIPIAyQI9OpYiRwNpHR8RAghcy7x1o1K7PItXkB2FTo8oa>

<https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSP307iTu6-v-_yg50FJgM4YFmf7J86AG7SkKXdbH_KVU4_qiHelQ>

<https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQ-dK3WqEsZ9yWl4CV6g5Nr0JQD678slTTxbf7rZh8NWpz1nTTw>

<https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSErytTg-YUnaa4NDiOKmeYsBn5Mj2RQUcyU6_tLfpAV99RtMfJ>

A síndrome do pânico ou é um transtorno de ansiedade caracterizado pela manifestação de crises abruptas de ansiedade e angustia, e muito medo de que algo ruim (ou mesmo trágico) aconteça, sem que haja motivo que justifique este estado emocional.

If you’re knowledgeable about the approach, you are able to help direct the author working in your own essay. Should you be looking for an expert essay writer, you’re in the appropriate position! So purchase documents online here with no doubt your writer understands the way to ace the paper! After having your obtain, an expert article writer will begin doing his job.

LEO supplies online giveaways about a number of composing subjects. Moreover, It guarantees you are obtaining some one probable to be abreast with the areas your documents are on.

Há casos em que as crises de pânico são tão intensas que a pessoa precisa ser levada a uma emergência, pois ela chega a acreditar que está correndo risco de morte.

 

Causas da síndrome do pânico

 

A síndrome do pânico ainda não tem causa precisamente identificada. Sabe-se que podem ser frequente as manifestações de casos na mesma família, mas ainda não há certezas de que isso ocorre por conta de herança genética ou por influência do ambiente familiar.

O que se sabe é que pessoas com síndrome do pânico são mais sensíveis para responder ao medo ou a situações de risco. Isso faz com que as crises estejam associadas a momentos de mudanças complexas ou dolorosas na vida da pessoa.

Mudar de cidade, sofrer um acidente de carro, perder um ente querido, processo de divórcio ou uma gravidez não planejada, por exemplo, são consideradas situações que envolvem transições significativas e que podem, em um primeiro momento, gerar estresse e desencadear um transtorno de pânico.

Outro dado pertinente é que mulheres tem maior predisposição a desenvolver síndrome do pânico. É comum também que pessoas com este transtorno tenham depressão grave, mas não existe ainda evidências de que a depressão venha a ser uma causa da síndrome do pânico.

Dada a situação de intenso sofrimento e angústia que a síndrome do pânico pode causar, é comum que algumas pessoas busquem alívio no consumo de drogas ou no abuso de álcool. Esta medida, todavia, não é recomendada em hipótese alguma, pois não só essas substancias podem causar uma piora do quadro, como podem também levar à dependência.

 

Sintomas

 

A síndrome do pânico comporta sintomas tanto físicos como emocionais. Entre eles podemos destacar:

  • Falta de ar
  • Suor excessivo
  • Palpitações do coração ou ritmo cardíaco acelerado;
  • Sensação de asfixia
  • Náuseas ou dor abdominal
  • Tonturas ou desmaios
  • Boca Seca
  • Tremores
  • Dores no peito
  • Medo de enlouquecer
  • Medo de morrer
  • Sentimentos de dormência ou sensações de formigamento
  • Arrepios
  • Sensação de despersonalização

Despersonalização ou desrealização é uma doença psiquiátrica em que a mente da pessoa se dissocia da realidade como mecanismo de defesa diante de um conflito interno extremante doloroso. Costuma se manifestar como desdobramento de outros transtornos psíquicos, como depressão, transtorno bipolar, transtorno de personalidade e alguns tipos de esquizofrenia.

Outro cenário possível de haver manifestação da despersonalização ou desrealização é a partir de experiências traumáticas, tanto físicas como psicológicas, ou circunstâncias que causam muita ansiedade.

 

Sindrome do pânico pode matar?

Durante uma crise de pânico, é comum a sensação e o medo de enlouquecer ou de morrer. No entanto, ataques de pânico não são capazes de levar ao óbito. São os sintomas de medo e pavor, próprios do transtorno, que fazem a pessoa acreditar que está em vias de morrer ou de enlouquecer.

Ainda que não seja possível morrer de um ataque de pânico, este transtorno pode causar muito sofrimento e limitações à rotina e relacionamentos da pessoa, daí a importância de buscar e seguir um tratamento apropriado o quanto antes.

Crises de pânico podem se manifestar subitamente; e podem também surgir durante o sono, sendo chamados de ataques de pânico noturnos. No caso, os sintomas conseguem acordar a pessoa, fator que pode levar ao desenvolvimento de um distúrbio de sono.

Diagnóstico

Se você estiver manifestando sintomas de um ataque de pânico, procure imediatamente atendimento médico de emergência. No hospital, o plantonista irá realizar uma série de exames para averiguar se os seus sintomas estão sendo causados por um ataque cardíaco ou algum outro problema físico.

Caso os resultados dos exames realizados mostrem-se dentro do padrão, e, portanto, todos os distúrbios médicos possíveis tenham sido descartados, um psiquiatra ou clinico geral será acionado e irá explorar a possibilidade de haver algum transtorno psíquico, dentre os quais, a síndrome do pânico.

Tratamentos

As duas principais vias de tratamento para o transtorno do pânico são a psicoterapia e a psiquiatria, com administração de medicamentos. A finalidade do tratamento consiste na diminuição da intensidade e do número de crises, e também  propiciar uma recuperação mais rápida.

Ambos os tratamentos, psiquiátrico e psicoterapeutico, oferecem bons resultados, sendo que o mais recomendado é associar os dois em um único e integrado tratamento.

Tratamento medicamentoso

A síndrome do pânico é tratada pelo psiquiatra com prescrição de antidepressivos e/ou ansiolíticos, cuja resposta do paciente será devidamente acompanhada. Ao longo das primeiras semanas ou meses, o psiquiatra poderá encontrar necessidade de ajustar a dosagem da medicação, ou mesmo mudar de medicamento, de acordo com a avaliação de cada caso;

Justamente por conta desta fase de ajustes na medicação, é possível que em alguns casos o tratamento medicamentoso demore alguns meses para demonstrar resultados, fator que não deve ser motivo de desânimo.

No entanto, é preciso atenção aos efeitos colaterais comuns nestes medicamentos. Antidepressivos e ansiolíticos podem causar alterações no sono, perda de apetite, sonolência, dificuldades de concentração, dores de estômago, náuseas, etc. É importante relatar ao médico psiquiatra qualquer efeito colateral que esteja se manifestando, principalmente se estiver causando desconfortos.

Os ansiolíticos e antidepressivos comumente prescritos em casos de síndrome do pânico são:

  • Alprazolam;
  • Alenthus XR;
  • Anafranil;
  • Apraz;
  • Assert;
  • Clomipramina;
  • Clonazepam;
  • Citalopram;
  • Clopam;
  • Efexor XR;
  • Escitalopram;
  • Exodus;
  • Lexapro;
  • Paroxetina;
  • Rivotril.

Os medicamentos citados, bem como quaisquer outros antidepressivos ou ansiolíticos indicados ao tratamento de síndrome do pânico só podem ser adquiridos em farmácias regulamentadas, mediante apresentação de receita especial, dentro do prazo de 30 dias de validade, a partir da data de sua prescrição.

Nunca tome esse tipo de medicação sem orientação profissional, pois apenas o médico, de preferência o médico psiquiatra, poderá estabelecer o melhor tratamento para cada especificidade de casos. As informações contidas neste texto têm caráter meramente informativo.

Psicoterapia

A psicoterapia pode contribuir na efetividade do tratamento medicamentoso, tendo em vista que ela trabalha com alivio da ansiedade e propõe melhor administração do estresse. Pode também diminuir a frequência de crises em quem não está fazendo tratamento medicamentoso ou não o segue devidamente.

A abordagem psicológica que tem manifestado melhores resultados no tratamento da síndrome do pânico é a Terapia Cognitivo Comportamental (TCC).

A TCC é baseada na premissa de que tudo o que o indivíduo pensa afeta o modo como ele se sente, o que, em consequência, afeta suas ações. O método estimula o paciente a reconhecer a irracionalidade dos seus medos e dos seus pensamentos acerca das situações que costumam causar ansiedade.

A terapia cognitivo-comportamental voltada ao tratamento da síndrome do pânico atua em 4 pontos principais:

  1. Técnicas de autogerenciamento: trabalham a capacidade da pessoa em reconhecer os traços que podem indicar que ela está em vias de sofrer uma crie de pânico e disponibilizam meios de controlar o nível de ansiedade, como a respiração profunda ou diafragmática. 
  1. Exercícios com distorções cognitivas: procuram identificar pensamentos distorcidos causadores de ataques de pânico, buscando construir, junto com o paciente, uma perspectiva mais objetiva e positiva das situações que costumam disparar as crises. 
  1. Técnicas de exposição gradual: diz respeito à exposição, de maneira orientada e monitorada, do paciente às situações especificas que são disparadoras de crises de pânico. A exposição gradual pode ser realizada tanto através de simulações como de eventos reais. 
  1. Tratamento de traumas associados à condição: trata-se da exploração e analise de situações causadoras de crises de pânico que estejam associadas a experiências de eventos traumáticos.

Como ajudar alguém em crise de pânico?

Uma crise de pânico pode apresentar picos de ansiedade que chegam a durar de 10 a 15 minutos, mas que para quem está vivendo, parecem durar muito mais tempo. É importante tentar acalmar a pessoa, demonstrando paciência e segurança.

Não deixe a pessoa sozinha, fique ao lado dela. Se ela quiser ir a uma emergência, acompanhe-a, lembrando que o mais importante nesta situação é reduzir ao máximo o nível de ansiedade dela naquele momento. Assim, fale com ela sempre num tom tranquilo e seguro; ela precisa saber que pode contar com você.

Jamais tire a legitimidade do sofrimento dela, ou de seus medos. Não tente minimizar a o que ela está sentindo, ou convencê-la de que “é uma bobagem”. Ao invés, encoraje-a a encontrar uma maneira saudável de lidar com a ansiedade, aconselhando-a a procurar um tratamento. Faça com que ela perceba que sua condição não é irreversível.